terça-feira, 10 de novembro de 2009

40 anos da Rua Sésamo

Já lá vão 40 anos. A 10 de Novembro de 1969 estreava nos EUA o "Sesame Street", programa televisivo infantil que só em 1989 começou a ser emitido em Portugal, adaptado à realidade nacional. (Veja no final do texto vídeos do YouTube com episódios da "Rua Sésamo")

Há 40 anos, precisamente a 10 de Novembro de 1969 cerca de 1,9 milhões de pessoas assistiam à estreia de "Rua Sésamo", nos EUA. O programa infantil atingiu 70% dos lares norte-americanos. Os vários episódios chegaram a mais de 120 países. Mas apenas 20 anos depois é que o programa viria a ser exibido na televisão portuguesa, adaptado à realidade nacional e com personagens a falar português.Desde então, as personagens - Egas, Becas, Ferrão, o Monstro das Bolachas, o Poupas e a Avó Chica, entre outras, como eram chamadas em Portugal - têm povoado os sonhos de várias gerações.

A RTP chegou a emitir 440 episódios, repartidos por duas temporadas de 130 capítulos e mais duas com 90, repetidas três vezes.Nos EUA, o Dia da Rua Sésamo está a ser celebrado com o início de uma nova temporada do programa e contou com a presença da primeira-dama, Michelle Obama, a abrilhantar a cerimónia.Jim Henson, criador também de "The Muppet Show", é o "pai" dos bonecos animados de "Sesame Street".

O programa "Sesame Street" conta com um site , onde se podem encontrar vídeos e jogos.

Veja aqui a comemoração dos 40 anos de Sesame Street nos EUA.



Veja aqui a abertura portuguesa de Rua Sésamo.


Fonte: Expresso

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

As casas dos artistas literários

Há museus que contam a história de escritores portugueses. No Norte do país, as casas de artistas literários recebem milhares de visitas por ano.


A Queda do Muro

Para celebrar os 20 anos da queda do Muro de Berlim, dois jornalistas juntaram-se para escrever um relato sobre os dias que antecederam a queda do Muro e o dia em que finalmente este ruiu.
Baseado em factos reais, ‘A Queda do Muro’ interliga as vidas dos principais protagonistas dos acontecimentos — na RDA como na Alemanha Ocidental ou na URSS — com as vidas de muitos participantes anónimos, à semelhança de obras que foram grandes sucessos, como ‘Esta Noite a Liberdade’ ou ‘Paris já Está a Arder?’. Um livro fundamental para relembrar um dos acontecimentos maiores da história contemporânea.

“Este livro baseia-se em memórias públicas, documentos históricos, arquivos e testemunhos privados. As personalidades políticas e as celebridades aparecem com o seu nome verdadeiro. Às outras, contudo, decidimos atribuir-lhes pseudónimos. Não quisemos causar-lhes eventuais embaraços relatando os pormenores por vezes íntimos que nos revelaram ao longo de numerosas horas de conversa”

9 de Novembro: Muro de Berlim caiu há 20 anos

O Mundo celebra hoje o 20.º aniversário do fim da Europa dividida. O Muro da Vergonha ou da Protecção contra o fascismo, como era visto de cada um dos lados do mesmo, já não existe em Berlim, mas continua a ser um dos marcos do século XX. Leia aqui uma (muito) rápida visita à história.

Dos 155 quilómetros iniciais, restam 1300 metros. Foram mantidos como memorial da divisão. Com o nome de Galeria do lado leste, o que resta do Muro foi pintado com grafitti por artistas de todo o planeta e é hoje um dos pontos turísticos mais visitados da cidade.

O Muro começou por dividir a Alemanha em duas. A Federal e a Democrática. Uma a ocidente, outra a leste. Era assim o Mundo em 1961, quando na noite de 12 para 13 de Agosto, Berlim foi dividida em duas. De início nem um muro era, apenas uma cerca com arames que dividia em duas partes a cidade de Berlim. De um lado estava o Ocidente, do outro o Bloco de Leste. Um lado mais próximo dos EUA, o outro da então União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, dirigida a partir de Moscovo, na Rússia. A divisão física feita na Alemanha simbolizava a divisão do Mundo na perfeição. De um lado, a Nato, do outro o Pacto de Varsóvia.

Cerca de 40 mil soldados da RDA trabalharam na construção da obra, que foi decidida em Moscovo, em Junho de 1961, numa reunião do pacto de Varsóvia. A separação durou 28 anos, dois meses e 27 dias e tinha uma extensão de 155 quilómetros.

Expoente máximo vísivel da Guerra Fria, o Muro fez 276 mortes e 3000 detenções: todas elas pessoas que tentaram escapar ao regime comunista vigente na RDA para viver em democracia na RFA. A história recordará sempre o nome de Chris Guefrroy, morto a 5 de Fevereiro de 1989, tinha então 20 anos. Foi este jovem a última vítima da separação. Abatido a tiro, ficou a escassos meses de poder atravessar livremente aquele espaço, numa Alemanha de novo unificada, graças à abertura de Egon Krenz, presidente da RDA a partir de 18 de Outubro do mesmo ano.

Demorou menos de um ano a reunificação da Alemanha. O processo teve início em Julho de 1990 e ficou concluído a 3 de Outurbo, com a entrada em vigor do Tratado de Unificação, que viria a fazer de novo de Berlim a capital do país.

Hoje, a Alemanha é liderada por Ângela Merkel, uma mulher que cresceu na RDA e Berlim acabou por tornar-se o motor da união da Europa, com a inclusão de vários países que antes pertenceram ao pacto de Varsóvia na União Europeia.
Fonte: A Bola

domingo, 8 de novembro de 2009

Le Premier jour du Reste de Ta Vie

Sinopse
Há dias que são decisivos, que marcam, e alguns podem mesmo mudar uma vida. “Le Premier Jour du Reste de ta Vie” segue durante 12 anos o quotidiano de um casal com três filhos, mas mostrando apenas o primeiro dia do resto da vida de cada um dos membros da família.
E assim, pegando nestes cinco dias especiais, se ficam a conhecer o casal Marie-Jeanne (Zabou Breitman) e Robert Duval (Jacques Gamblin), e os três filhos: Albert, Raphaël e Fleur (Pio Marmaï, Marc-André Grondin e Déborah François) e se acompanham um dia em que se conquista a independência, outro de perda da inocência ou outro de enamoramento…

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Artigo de Opinião de Mário Crespo ao JN

Os intocáveis

"O processo Face Oculta deu-me, finalmente, resposta à pergunta que fiz ao ministro da Presidência Pedro Silva Pereira - se no sector do Estado que lhe estava confiado havia ambiente para trocas de favores por dinheiro. Pedro Silva Pereira respondeu-me na altura que a minha pergunta era insultuosa.

Agora, o despacho judicial que descreve a rede de corrupção que abrange o mundo da sucata, executivos da alta finança e agentes do Estado, responde-me ao que Silva Pereira fugiu: Que sim. Havia esse ambiente. E diz mais. Diz que continua a haver. A brilhante investigação do Ministério Público e da Polícia Judiciária de Aveiro revela um universo de roubalheira demasiado gritante para ser encoberto por segredos de justiça.

O país tem de saber de tudo porque por cada sucateiro que dá um Mercedes topo de gama a um agente do Estado há 50 famílias desempregadas. É dinheiro público que paga concursos viciados, subornos e sinecuras. Com a lentidão da Justiça e a panóplia de artifícios dilatórios à disposição dos advogados, os silêncios dão aos criminosos tempo. Tempo para que os delitos caiam no esquecimento e a prática de crimes na habituação. Foi para isso que o primeiro-ministro contribuiu quando, questionado sobre a Face Oculta, respondeu: "O Senhor jornalista devia saber que eu não comento processos judiciais em curso (…)". O "Senhor jornalista" provavelmente já sabia, mas se calhar julgava que Sócrates tinha mudado neste mandato. Armando Vara é seu camarada de partido, seu amigo, foi seu colega de governo e seu companheiro de carteira nessa escola de saber que era a Universidade Independente. Licenciaram-se os dois nas ciências lá disponíveis quase na mesma altura. Mas sobretudo, Vara geria (de facto ainda gere) milhões em dinheiros públicos. Por esses, Sócrates tem de responder. Tal como tem de responder pelos valores do património nacional que lhe foram e ainda estão confiados e que à força de milhões de libras esterlinas podem ter sido lesados no Freeport.

Face ao que (felizmente) já se sabe sobre as redes de corrupção em Portugal, um chefe de Governo não se pode refugiar no "no comment" a que a Justiça supostamente o obriga, porque a Justiça não o obriga a nada disso. Pelo contrário. Exige-lhe que fale. Que diga que estas práticas não podem ser toleradas e que dê conta do que está a fazer para lhes pôr um fim. Declarações idênticas de não-comentário têm sido produzidas pelo presidente Cavaco Silva sobre o Freeport, sobre Lopes da Mota, sobre o BPN, sobre a SLN, sobre Dias Loureiro, sobre Oliveira Costa e tudo o mais que tem lançado dúvidas sobre a lisura da nossa vida pública. Estes silêncios que variam entre o ameaçador, o irónico e o cínico, estão a dar ao país uma mensagem clara: os agentes do Estado protegem-se uns aos outros com silêncios cúmplices sempre que um deles é apanhado com as calças na mão (ou sem elas) violando crianças da Casa Pia, roubando carris para vender na sucata, viabilizando centros comerciais em cima de reservas naturais, comprando habilitações para preencher os vazios humanísticos que a aculturação deixou em aberto ou aceitando acções não cotadas de uma qualquer obscuridade empresarial que rendem 147,5% ao ano. Lida cá fora a mensagem traduz-se na simplicidade brutal do mais interiorizado conceito em Portugal: nos grandes ninguém toca."

Fonte: Jornal de Notícias

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Movimento de pais recusa educação sexual dos filhos - "Exmo. Sr. Não autorizo aulas de educação sexual"

Lutaram contra a publicação da lei, agora não querem que os filhos frequentem as aulas onde o tema será tratado. E vão lançar uma carta, aos pais e mães do país, a dar a conhecer a sua posição

Fonte: Público

domingo, 1 de novembro de 2009

1 de Novembro: Dia de Todos os Santos

Halloween ou Dia de Todos os Santos?

Sabe o que é o Samhain? E de onde veio o Halloween, ou o Dia das Bruxas? E o que significa o Dia de Todos os Santos que amanhã se celebra? Se ainda não tem resposta para estas perguntas, hoje é o melhor dia para obter respostas. Ou a melhor noite, se preferir. Damos uma pista. A celebração da data tem mais a ver com uma tradição ancestral celta do que com uma simples importação “made in USA”, ao contrário do que se possa pensar.
Fonte: Público