sexta-feira, 15 de outubro de 2010
sábado, 9 de outubro de 2010
Diário Secreto de Ana Bolena
Nesta recriação da vida trágica e morte de Ana Bolena, Maxwell tece na sua obra maliciosa e empolgante, interessantes descrições da vida da corte e retratos devastadores de pessoas que realmente existiram."Maxwell é de facto conhecedora...No tratamento por ela dado à maior tragédia da época Tudor, chegou onde ainda ninguém ousara. Um romance profundo, com carácter e enredo envolventes."
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Folhas de Outono

Chega o Outono …
Das árvores soltam-se as folhas amarelecidas
Fustigadas pelo vento
E numa correria tonta, sobrevoam campos e vales
à procura de um repouso final.
Os ramos, despidos, esperam o abraço do Inverno
Permanecem inertes, solitários
Prontos para suportar as agruras do tempo!
As crianças, sacudidas pelo vento outonal
Riem, pulam e brincam às escondidas.
Sobre as folhas, rebolam e soltam gargalhadas!
E no silêncio do entardecer, escuta-se o eco das suas vozes:
“ Viva o Outono!”
DC
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Tempos Difíceis Para a Monarquia
Nos primeiros tempos da monarquia tudo parecia correr bem em Portugal, mas não era bem assim. Houve épocas de grande crise, como esta que agora vamos contar. Em meados do séc. XIV a população portuguesa vivia tempos difíceis. Os maus anos agrícolas tinham causado a falta de cereais e muita gente estava a morrer à fome. Nas cidades não existiam esgotos ou água canalizada e as pessoas quase não tinham hábitos de higiene, o que facilitava a propagação das doenças. A peste negra começava a fazer as primeiras vítimas, o país encontrava crise económica e social e os portugueses estavam descontentes: não tinham que comer, pagavam impostos muito elevados e viviam em más condições. E como se tudo não bastasse, a monarquia estava a atravessar uma fase complicada, com muitos conflitos internos, dramas, amores e desamores.
sábado, 2 de outubro de 2010
U2 dão hoje o primeiro de dois concertos em Coimbra
(clique na imagem)Soltar as palavras
Num impulso, solta-se uma palavra. E palavra puxa palavra. Inicialmente soltas, elas vão ganhando sentido ou entrelaçam-se em forma de teia. Cria-se um monólogo interior.Este desejo enorme de soltar palavras, desenhá-las, ver o papel colorir, parece vago ou ingénuo, mas é a forma de expressar o que vem do fundo do nosso âmago, é arte. É o querer aflorar emoções, dar voz ao sentimento, através do prazer de escrever.
Sinto prazer no acto de escrever, escrever de mim para mim. E não importa o olhar dos outros, basta-me o meu, e "o mais é nada".
“Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala. O mais é nada”.
(Fernando Pessoa)

